
Não vou aqui recordar esta história, nem a ocasião é propícia para um tal exercício de memória, que já tive a oportunidade de fazer noutras ocasiões, tendo o mesmo acontecido com ele.
As versões das duas histórias sempre foram muito pouco convergentes e pelos vistos vão continuar a ser.
Quis a mesma história dos nossos desencontros e confrontos que me encontrasse nesta altura em Portugal, onde Ndunduma veio a falecer.
Se acreditasse noutros valores, talvez ficasse por aqui a falar um pouco sobre o significado desta coincidência.
Como não acredito, pouco mais tenho a acrescentar a esta nota fúnebre, escrita num domingo de manhã a olhar de uma janela da casa onde me encontro para a nebelina que envolve a cidade do Porto, depois de ter sabido da notícia da sua morte.