sábado, 19 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
domingo, 6 de janeiro de 2013
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Sem energia não se vai a lado algum - Morro da Maianga
Além-fronteiras haverá, certamente, estruturas muito mais imponentes do que estas nossas duas, mas a partir de agora muito dificilmente ficarei a olhar para qualquer uma delas como boi para palácio ou a fazer perguntas básicas sobre o que é isto ou o que é aquilo.
A visita começou, entretanto, em Laúca onde, entre Capanda e Cambambe, está a nascer, igualmente no Médio Kwanza, o que será o maior empreendimento do sector, com uma previsão de conclusão da obra que aponta para 2017, com todos os “ses” que se conhecem e que a realidade angola é fértil em alimentar e potenciar até ao limite.
A nova barragem foi projectada para produzir mais de 2000 MW, o que perfaz e ultrapassa largamente a capacidade das barragens de Capanda (550 MW) e Cambambe (970MW), já com esta última completamente “remodelada”, na sequência das intervenções/investimentos que estão actualmente em curso, conforme pudemos constatar.
Estamos a falar de uma zona cujos estudos de aproveitamento hidroeléctrico foram feitos ainda durante o tempo colonial, mais exactamente na década de 50 por uma entidade chamada Hydrotechnic, de acordo com o que reza a história, que não pode ser apagada por ninguém.
Na época foi apresentado pela referida entidade um planeamento hidroeléctrico do Médio Kwanza que previa a construção de sete aproveitamentos, sendo cinco deles a fio de água, com uma produção a rondar os 1.200 MW.
Na época foi apresentado pela referida entidade um planeamento hidroeléctrico do Médio Kwanza que previa a construção de sete aproveitamentos, sendo cinco deles a fio de água, com uma produção a rondar os 1.200 MW.
Um segundo plano elaborado na mesma altura, mas por uma outra entidade, defendia a construção de apenas cinco barragens, entre Capanda e Cambambe, mas com uma produção superior a 2.200 MW.
Ao que julgamos saber, é este segundo plano que está agora a ser implementado pelo Governo angolano.
Este “recuerdo” serve para dizer que em termos de projecção e concepção técnica, o aproveitamento do Médio Kwanza, que deu o nome ao actual GAMEK, é um “dossier” que já estava nos gabinetes há mais de 50 anos.
O próprio alteamento da barragem de Cambambe e a construção de uma segunda casa de máquinas era igualmente um projecto que já estava perfeitamente definido e que quando se decidiu construir Capanda no início da década de 80, foi apresentado como sendo a melhor alternativa tendo em vista o aumento da capacidade energética disponível.
Depois de tudo quanto se passou com Capanda que ficou 20 anos parada com todos os grandes prejuízos financeiros que se conhecem, resultantes da devastadora conjuntura de guerra que então caracterizava o país, pelos vistos teria sido muito mais acertado e avisado fazer o investimento em Cambambe.
Seja como for, Capanda hoje já é uma realidade e o investimento em Cambambe está em marcha.
A contabilização do impacto negativo de todos os atrasos que os projectos públicos normalmente conhecem em Angola, é algo que ainda não faz parte da “nossa cultura” e pelos vistos não vai fazer tão cedo, pelo menos enquanto o país tiver os generosos recursos financeiros disponibilizados pela alta do preço do petróleo no mercado internacional.
Para quem como nós, para além das imagens televisivas/fotográficas, não tinha uma ideia da real dimensão e complexidade do que é uma barragem e muito menos de como é que uma tal infraestrutura funciona, esta visita a Laúca/Capanda/Cambambe apenas pecou por ter sido tão tardia.
Sendo eu um jornalista que sempre esteve muito ligado às questões económicas, acabei por me interrogar com alguma perplexidade sobre como foi possível só agora ter tido esta oportunidade de ver com os meus próprios olhos o que é uma barragem.
Valeu efectivamente desta vez ter sido mais tarde do que nunca, pois estou convencido que ainda vamos a tempo de tirar todo o proveito das informações recolhidas, que nos irão ajudar em muito a fazer avaliações mais objectivas deste estratégico sector da vida nacional.
A oportunidade surgiu numa altura em que nunca se falou tanto dos problemas da energia eléctrica no país na sequência de mais uma aguda crise no fornecimento à cidade de Luanda e que teve a particularidade “política” de ter sido despoletada logo a seguir à realização das eleições de 31 de Agosto.
Como primeira nota que serve para dar satisfação a algumas das questões mais sensíveis que nos têm sido colocadas, sobretudo no Facebook, sobre os propósitos desta deslocação no âmbito de uma visita ministerial, diremos que nos foram dadas todas as condições de trabalho para no terreno nos inteirarmos da realidade dos factos.
Não sentimos a existência nem de perto, nem de longe, de qualquer tipo de limitações no que toca o acesso a todas as fontes de informação disponíveis, incluindo o próprio Ministro, que esteve sempre pronto a falar em “off” com os jornalistas durante a deslocação.
Esta nota serve igualmente para esclarecer que não fomos convidados para ir a Capanda “ajudar” o Governo a resolver nenhum problema de imagem relacionado com o impacto político obviamente negativo que resultou dos permanentes apagões que voltaram a fustigar a capital.
Foi efectivamente uma missão informativa a todos os títulos, estando na dependência de cada um dos jornalistas que lá esteve, tirar as conclusões que melhor entender, com base naturalmente na realidade constatada, sem a mão invisível de algum “spin doctor” de serviço.
A comitiva dos jornalistas de que fiz parte que acompanhou a deslocação do Ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges teve efectivamente a possibilidade de fazer todos os retratos da realidade que nos foi dada a ver. Como é evidente também não era possível esconder nada, mesmo que houvesse uma tal intenção em nome de outros interesses mais propagandísticos, que hoje, lamentavelmente, condicionam o desempenho particularmente da comunicação social pública.
Reservo para uma próxima oportunidade aqui no SA um outro encontro com os seus leitores, onde falarei um pouco mais em detalhe das minhas impressões, na perspectiva da satisfação das crescentes necessidades energéticas do país, tendo como principal centro consumidor a cada vez mais pantagruélica capital Luanda, que sozinha e sem consumo industrial, já terá nesta altura um pico de consumo na ordem dos 900 MW.
Tendo em conta as recorrentes estiagens, desta visita ficou muito claro para mim que o País não pode ficar dependente da energia hidroeléctrica e muito menos esperar que em 2017 entrem em actividade as novas capacidades que estão na forja.
O risco de asfixia já é uma ameaça bem real.
NA- Texto publicado no Semanário Angolense (14-12-12)
A Declaração, 64 anos depois… - Morro da Maianga
"(...)Só podemos estar a falar da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), cujas referências mais elogiosas nos tempos que já lá vão, já valeram a alguns de nós aqui na banda, epítetos como “agente da CIA” ou “agente do imperialismo”, entre os mais simpáticos e cordatos.
Dos outros nem sequer vale a pena a recordação, por causa das obscenidades que normalmente os acompanhavam na hora da descarga assumida por muitos que hoje andam por aí nas universidades (mas não só) a dar lições de liberdade e democracia.
Imaginem só naquela altura, nos nossos anos de chumbo (também os tivemos cá), o que seria defender em público o respeito de direitos como os constantes nos artigos 19, 20 e 21 da DUDH, que são aqueles que este ano foram escolhidos pelas Nações Unidas para celebrar mais um 10 de Dezembro, que por sinal também é o dia do MPLA."
A Declaração, 64 anos depois… - Morro da Maianga
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Windeck, a homossexualidade e o lixo cultural - Morro da Maianga
"(...)Importa referir que, de uma forma geral, a homossexualidade em Angola ainda é vista como um comportamento aberrante e condenável, pelo que qualquer debate à sua volta está à partida condenado a ser um exercício muito sensível.
Quem gere um canal público de televisão não pode ignorar esta realidade, sob pena de se expor aos ataques cerrados da opinião pública e publicada, como é o que está a acontecer.
Sendo a homossexualidade em Angola um tema absolutamente fracturante, com características que chegam mesmo a ser explosivas, introduzir o assunto num programa tão popular como é uma novela, implica uma séria reflexão, antes de se tomar a melhor e mais ponderada decisão.
Até que ponto esta reflexão foi tida pelos autores da novela é algo que não nos é possível saber, mas acreditamos que tenha sido sua intenção provocar no melhor sentido a sociedade angolana. As provocações não são necessariamente negativas."Windeck, a homossexualidade e o lixo cultural - Morro da Maianga
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Os médicos e a cobertura nacional - Morro da Maianga
"(...)Dizer que o país está novamente a importar médicos estrangeiros e em força para colmatar este défice e passar ao lado das razões que levam os médicos angolanos a recusarem ir trabalhar para o interior, preferindo ficar desempregados em Luanda, também não ajuda a perceber melhor o que se está a passar com o estado de saúde do país.
O estado de saúde do país passa por muito mais questões que têm de ser vistas ao microscópio de uma avaliação mais isenta e mais participada por todos os actores que intervêm neste domínio.
De outra forma vamos continuar a ouvir falar de dois países, embora desta vez o Vice-Presidente da República tenha tido o mérito de assumir uma parte importante do país real, que é aquela que não conhece a presença de um médico, sabe-se lá há quanto tempo".
Os médicos e a cobertura nacional - Morro da Maianga
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Na hora do adeus ao Nelo do Paralelo - Morro da Maianga
"(...)Morto o homem e já sem nada de concreto se poder fazer diante da irreversibilidade desta súbita e aparatosa derrapagem, sobra-nos a lembrança de um kamba que vai ficar para nós na galeria das pessoas boas que conhecemos nesta vida e nesta cidade.
Nas conversas que partilhamos vai ficar, certamente, registada a grande admiração que ele fazia questão de me manifestar em relação ao jornalismo independente e a alguns jornalistas que, para ele, faziam a diferença pela positiva na nossa confusa e por vezes absurda paisagem mediática.
Sobra-nos por outro lado a imagem da figura pública que uma parte de Luanda bem conheceu a partir de meados dos anos 80, quando ele deu início num quintal da Vila-Alice a uma aventura nocturna chamada Paralelo 2000 e que se viria a prolongar mais ou menos até à viragem do século, num percurso de mais de 15 anos, salvo erro".
Na hora do adeus ao Nelo do Paralelo - Morro da Maianga
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Os meus heróis da Dipanda - Morro da Maianga
"(...) Conheci pessoalmente alguns destes angolanos todos eles na casa dos mais ou menos 20 anos e que de facto estavam profundamente envolvidos na luta pela independência de Angola.
Alguns deles já morreram ou, paradoxalmente, foram mortos pelos ideais da própria independência poucos anos depois, mas há ainda outros tantos que andam por aí já bem kotas, mas ainda bem rijos e sempre com um sorriso nos lábios, apesar dos pesares.
São estes jovens daquele passado que remonta aos anos 60, que todos os anos recordo por ocasião do 11 de Novembro, porque eles são efectivamente os meus heróis da Dipanda.
Não tenho outros.
Estes meus heróis têm uma particularidade que para mim faz toda a diferença. Eles também me conhecem e lembram-se perfeitamente bem de mim. Chamam-me pelo meu nome de miúdo que conservo até aos dias de hoje.
É bom conservar na memória heróis assim tão próximos de nós, tão conhecidos, tão amigos, depois de todos estes anos (...)".Os meus heróis da Dipanda - Morro da Maianga
domingo, 18 de novembro de 2012
À beira de um ataque de nervos - Morro da Maianga
"(...)Relacionar de imediato qualquer acção/intervenção do poder judicial sempre que ela não nos agrade ou ponha em causa os nossos interesses particulares ou de grupo, com a existência de uma conspiração política já faz parte da cartilha de algumas sensibilidades políticas/mediáticas angolanas.
E percebo que assim seja, tendo em conta a própria história do aparelho judicial angolano, que só na última década começou a emitir alguns tímidos sinais que apontam para a sua efectiva existência enquanto poder independente e consequentemente como um dos três pilares fundamentais do Estado Democrático de Direito.
Este Estado só existe como tal quando de facto a separação dos três poderes é uma realidade em que todos acreditam sem grandes dificuldades, o que ainda não é o caso de Angola, onde o omnipresente e omnipotente poder político continua a ser é que mais ordena e tudo controla.
Para as tais sensibilidades não é muito fácil admitir que o poder judicial tenha uma lógica e uma agenda próprias que é muitas vezes conflituante com os interesses do poder político, que efectivamente nas democracias mais consolidadas já não pode meter a foice em seara alheia".
À beira de um ataque de nervos - Morro da Maianga
E percebo que assim seja, tendo em conta a própria história do aparelho judicial angolano, que só na última década começou a emitir alguns tímidos sinais que apontam para a sua efectiva existência enquanto poder independente e consequentemente como um dos três pilares fundamentais do Estado Democrático de Direito.
Este Estado só existe como tal quando de facto a separação dos três poderes é uma realidade em que todos acreditam sem grandes dificuldades, o que ainda não é o caso de Angola, onde o omnipresente e omnipotente poder político continua a ser é que mais ordena e tudo controla.
Para as tais sensibilidades não é muito fácil admitir que o poder judicial tenha uma lógica e uma agenda próprias que é muitas vezes conflituante com os interesses do poder político, que efectivamente nas democracias mais consolidadas já não pode meter a foice em seara alheia".
À beira de um ataque de nervos - Morro da Maianga
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Eu tive um sonho com Barack Obama - Morro da Maianga
"Na entrevista uma das perguntas que coloquei ao meu interlocutor teve por objectivo saber a sua opinião sobre o nosso país e o relacionamento bilateral, depois de todos os “abanões” que o “semi-eixo” Luanda/Washington tem conhecido nos últimos tempos.
Perguntei-lhe igualmente se neste segundo mandato vai prestar mais atenção ao continente e se vai visitar a sua avó naquela aldeia do Quénia, onde ele tirou a fotografia que anda por aí a circular na Net.
Perguntei-lhe a concluir o que é que ele vai fazer depois de terminar o novo mandato e o que é que ele aconselha aos seus homólogos africanos que não sabem o que fazer quando deixarem o poder, por isso preferem permanecer eternamente no cadeirão presidencial. Como não quero especular com as respostas de Barack Obama, prefiro esperar para ouvir do próprio o que ele tem para nos dizer, enquanto com mais tempo vou trabalhar numa entrevista fictícia que penso apresentá-la aqui ou num outro espaço similar em homenagem ao Aguiar dos Santos, que foi um dos grandes cultores deste “género desinformativo” na imprensa angolana."
Eu tive um sonho com Barack Obama - Morro da Maianga
Perguntei-lhe igualmente se neste segundo mandato vai prestar mais atenção ao continente e se vai visitar a sua avó naquela aldeia do Quénia, onde ele tirou a fotografia que anda por aí a circular na Net.
Perguntei-lhe a concluir o que é que ele vai fazer depois de terminar o novo mandato e o que é que ele aconselha aos seus homólogos africanos que não sabem o que fazer quando deixarem o poder, por isso preferem permanecer eternamente no cadeirão presidencial. Como não quero especular com as respostas de Barack Obama, prefiro esperar para ouvir do próprio o que ele tem para nos dizer, enquanto com mais tempo vou trabalhar numa entrevista fictícia que penso apresentá-la aqui ou num outro espaço similar em homenagem ao Aguiar dos Santos, que foi um dos grandes cultores deste “género desinformativo” na imprensa angolana."
Eu tive um sonho com Barack Obama - Morro da Maianga
sábado, 10 de novembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
Fundo Soberano de Angola entre a continuidade e a ruptura… - Morro da Maianga
"(...)Sou das pessoas que normalmente franze o sobrolho quando ouve falar da criação de mais um fundo que vai trabalhar com dinheiros públicos, pois a sua história não tem sido a mais edificante no que toca a melhor utilização dos montantes postos à disposição dos seus gestores, tendo em vista a concretização dos objectivos superiormente definidos.
Em termos mais concretos e depois da sua criação, os vários fundos públicos de apoio ao desenvolvimento nacional que já foram operacionalizados, depois de alguma actividade, têm desaparecido de forma quase misteriosa.
Deixamos de ouvir falar deles e fica-se sem saber se ainda existem ou se já foram extintos.
Mais grave do que isso e como a prestação de contas ainda não deixou o discurso das boas intenções, fica-se igualmente sem saber quais foram os benefícios que resultaram para o desenvolvimento do país, se é que resultaram mesmo alguns, para além daqueles que normalmente são visíveis no “visual” dos seus gestores.
Como o forte do jornalismo angolano não é certamente a sua vertente mais investigativa, a opinião pública raramente é confrontada com histórias sobre estes “desaparecimentos”.Fundo Soberano de Angola entre a continuidade e a ruptura… - Morro da Maianga
Um conto bem real num país que está a ser reinventado/requalificado - Morro da Maianga
"(...) que é facto é que o jardim público desapareceu misteriosamente do largo, como acontece nos contos, tendo em seu lugar sido construído um complexo de festas/farras/almoçaradas para todas as idades, gostos e feitios, que está disponível para aluguer a partir de quinta-feira, sem hora limite.
Dito isto, está explicada a fonte da brutal poluição sonora com que os vizinhos do precioso complexo têm sido “parabenizados” todas as semanas com intensidades que variam, mas que normalmente não lhes permitem pregar o olho como recomendam as leis da natureza.
Como devem estar a imaginar os vizinhos do Largo, passando por um abaixo-assinado elaborado em Fevereiro deste ano, já fizeram tudo o que lhes era possível fazer junto de quem de direito (?!?) para conseguirem dormir em paz".Um conto bem real num país que está a ser reinventado/requalificado - Morro da Maianga
Liberdade de expressão a conta-gotas… - Morro da Maianga
"(...)Samakuva defendeu segunda-feira (22/10/12) a necessidade de se “manter as contas nacionais transparentes, tapar os buracos no OGE, acabar com os sacos azuis e os privilégios no sistema de contratação pública e aperfeiçoar o controlo da gestão das finanças públicas, incluindo as linhas de crédito”.
Para o líder da UNITA “não se pode distribuir melhor sem transparência nos instrumentos e mecanismos de utilização dos fundos públicos. Há muito dinheiro que se desvia dos circuitos oficiais. Há muitos bens comprados pelo Estado que não são utilizados pelo Estado”.
Para se distribuir melhor, rematou, “é necessário que o Presidente da República esteja disponível para combater a corrupção com a sua já adormecida tolerância zero!”
Leia o texto na integra em : Liberdade de expressão a conta-gotas… - Morro da Maianga
Para o líder da UNITA “não se pode distribuir melhor sem transparência nos instrumentos e mecanismos de utilização dos fundos públicos. Há muito dinheiro que se desvia dos circuitos oficiais. Há muitos bens comprados pelo Estado que não são utilizados pelo Estado”.
Para se distribuir melhor, rematou, “é necessário que o Presidente da República esteja disponível para combater a corrupção com a sua já adormecida tolerância zero!”
Leia o texto na integra em : Liberdade de expressão a conta-gotas… - Morro da Maianga
O “estado da nação” dos nossos comboios - Morro da Maianga
"(...) Sou das pessoas que desde o princípio sempre questionei, primeiro apenas com os meus botões, a alta prioridade dada pelo Executivo à reabilitação de toda a infraestrutura ferroviária existente à data da independência.
Continuo a não ver razões suficientes que justificassem uma tal opção estratégica e agora com a agravante de se ter gasto a pipa de massa alocada ao projecto, com todas as falhas que já se começaram a registar.
Definitivamente, a nova história que está a ser escrita sobre os caminhos de ferro angolanos ainda está longe de ser sobre o seu sucesso.
O meu grande receio é que está história não venha a ter um fim feliz para os interesses do desenvolvimento nacional".
Leia todo o texto em: O “estado da nação” dos nossos comboios - Morro da Maianga
Continuo a não ver razões suficientes que justificassem uma tal opção estratégica e agora com a agravante de se ter gasto a pipa de massa alocada ao projecto, com todas as falhas que já se começaram a registar.
Definitivamente, a nova história que está a ser escrita sobre os caminhos de ferro angolanos ainda está longe de ser sobre o seu sucesso.
O meu grande receio é que está história não venha a ter um fim feliz para os interesses do desenvolvimento nacional".
Leia todo o texto em: O “estado da nação” dos nossos comboios - Morro da Maianga
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