quinta-feira, 16 de setembro de 2010
4º Congresso do SJA:Prioridade para a carteira profissional
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
O Kota e o Kanuko
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Angola voltou a subir!
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
"Economia & Mercado" de Setembro já está nas bancas
A nível nacional e internacional, o desempenho da economia angolana foi submetido no mês de Agosto a duas importantes avaliações, com consequências positivas para o seu comportamento futuro, que continua a ter pela frente complexos desafios no âmbito da estabilização, crescimento e desenvolvimento sustentável.
A primeira foi feita pelo FMI em sede do Acordo de Stand By (SBA), tendo em vista o desbloqueamento de mais duas tranches do financiamento aprovado em Novembro do ano passado e a segunda decorreu no âmbito do debate parlamentar que aprovou, com uma substancial alteração, o OGE revisto para 2010.
Nas duas avaliações a gestão do Executivo do Presidente José Eduardo dos Santos passou com uma nota relativamente positiva, sem descurarmos o impacto das substanciais reticências manifestadas pela equipa do FMI em relação ao volume do trabalho de casa que ainda está por concluir e o voto contrário do maior partido da oposição, a UNITA, que, uma vez mais, criticou as prioridades “luandocêntricas” da governação angolana na alocação dos recursos públicos à escala nacional.
A este voto acresce-se o “chumbo” que a própria Assembleia Nacional aplicou aos montantes iniciais da proposta orçamental, que, caso fosse aprovada, teria como consequência um significativo aumento do défice fiscal. O Governo foi assim obrigado a corrigir as verbas definidas na óptica do compromisso, tendo o OGE revisto para 2010, sido aprovado já em situação de equilíbrio mais favorável às contas públicas, tendo em conta o funcionamento ideal do binómio receitas-despesas, evitando-se assim o recurso a mais endividamento para financiar o défice inicial projectado.sábado, 11 de setembro de 2010
Uma vez mais o jornalismo e a política
Por não termos visto nem ouvido, ficamos sem saber qual foi o tratamento dado pela TPA e a RNA ao mesmo assunto.
A única falha deste regresso do JA prende-se com o facto da conferência de imprensa de Samakuva não ter merecido qualquer chamada de capa, conforme aconteceu com o bombardeamento dos dias anteriores a que foi sujeito pelo MPLA e pelo Governo.
O mencionado regresso é sol de pouca dura. Gostaríamos de estar redondamente enganados.
Uma vez mais temos de lamentar aqui o desempenho do "jornalismo" que se pratica nos "MDMs".
Não é aceitável que, à mínima crise política neste país, o jornalismo nos "MDMs" desapareça da circulação para reaparecer logo de seguida completamente fardado, armado e entrincheirado.
Não é aceitável que após cerca de vinte anos de liberdade de imprensa, os "MDMs" não consigam gerir da melhor forma situações conflituosas, que são próprias de qualquer país democrático, sem terem de recorrer à propaganda, à manipulação e à desinformação.
A melhor forma é salvaguardar os principios da independência editorial e do contraditório.
É tão simples quanto isso...
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Prémio Maboque: Finalmente o regresso às origens
Este ano o Prémio Maboque de Jornalismo (PMJ) premiou com o seu maboquinho mais saboroso no valor de cem mil dólares, o jornalista José Rodrigues da LAC pelo seu desempenho à frente do programa de entrevistas com personalidades da nossa vida nacional (mas não só), o Café da Manhã.
O MPLA, a Oposição, os confrontos de Maputo e a destruição do Roque Santeiro
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
8 de Setembro, Dia Mundial da Alfabetização
"Este ano, o Dia Mundial da Alfabetização pretende realçar o papel importante que a alfabetização desempenha no empoderamento das mulheres. A alfabetização muda a vida das mulheres, das suas famílias e das sociedades.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Fim-de-semana em Benguela e a questão dos valores
Estive este fim-de-sema em Benguela. Fui ao casamento do Marcos, um jovem jornalista que conheci como correspondente do Angolense (original), projecto a que estive ligado até 2009, tendo o "adiós" acontecido mais ou menos por esta altura do ano. sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Zimbo transmitiu as primeiras imagens de Maputo
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Televisões angolanas ignoram confrontos de Maputo
"A capital moçambicana acordou quarta-feira sob uma grande azáfama, correria, gritos, tiros, pneus queimados, a revolta popular, perante a mais recente medida do governo: os preços vão aumentar, nomeadamente a luz, a água e o pão. Pelo menos seis pessoas morreram e 42 ficaram feridas, quatro das quais em estado grave, nos confrontos entre populares, que iniciaram hoje de manhã um protesto pelos aumentos dos preços dos bens essenciais, e a polícia. Os protestos começaram nos arredores de Maputo, mas estenderam-se ao centro da capital.Populares criam 'novo hino'O recurso às mensagens escritas via celular continua a ser a forma de mobilização da população. Já corre um novo 'hino nacional':"Moçambique nossa terra destruída- Pedra pedra destruímos muitos carros, milhões de braços uma só força- A greve armada vamos vencer- Na Matola, Malhazine, Magoanine pelo chapa pelo arroz e pelo pão- Nós morremos por ti Moçambique, nem o Guebuza nos irá escravizar"Reacções às declarações da Frelimo.Via mensagem telefónica, está a circular também a reacção às declarações que a Frelimo fez há minutos: ' Camaradas para o nosso bem vamos continuar a greve até dia 3, sexta-feira, porque pelos vistos o governos não quer dar-nos resposta. Até nos chamam confusos, vamos paralisar tudo, ninguém vai trabalhar, se Cahora Bassa é nosso porque aumenta o preço da energia?'Desconhece-se, no entanto, a origem desta mensagem". In http://noticias.sapo.mz/info/artigo/1089338.html
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Pela 1ª vez Fidel Castro reconhece ter sido um ditador
domingo, 29 de agosto de 2010
Jornalistas brasileiros preocupados com Angola
Um caso de polícia particularmente grave
"(...) encontraram em estado deplorável vários emissores de onda média (AM) de 100, 50, 25 e 10 Kilowatts e outros de onda curta.
Em idêntica situação encontravam-se, segundo as fontes deste semanário, vários geradores, estabilizadores, transformadores de isolamento, cerca de 90 caixas com material áudio completo, assim como antenas e transmissores de Frequência Modulada (FM).
“São os equipamentos importados há vários anos de Espanha, ao abrigo de um acordo avaliado em cerca de 100 milhões de dólares”, explicou uma fonte, acrescentando que “os emissores de onda média e onda curta há muito que deveriam ter sido instalados nas diferentes províncias no âmbito do projecto de extensão do sinal da RNA”- in http://www.opais.co.ao/pt/opais/?id=1929&det=15393&mid=271
sábado, 28 de agosto de 2010
47 anos depois o sonho continua por realizar
Conforme tinha prometido, este ano decidi assinalar o 28 de Agosto.
Para mim esta data é da maior importância histórica na vida de todos nós, habitantes do planeta Terra.
Foi neste dia, há 47 anos, em 1963, que um cidadão negro, chamado Martin Luther King Jr (MLK) proferiu em Washington DC, diante de um milhão de presentes, o mais importante discurso da nossa época sobre a liberdade e a igualdade entre os homens, contra a discriminação e a segregação.
Vale certamente a pena voltar a ler e a ouvir o "I have a dream".
Vale, obviamente, assinalar esta data, com uma tal referência, deixando todas as outras, mais domésticas ou mais regionais, de lado, diante da sua dimensão e profundidade planetárias.
O sonho universal de Martin Luther King continua por realizar nos EUA, com todos os progressos que já foram feitos de lá para cá na luta contra a discriminação, pela afirmação do homem negro.
Mas o mesmo sonho também ainda não está realizado em Angola e noutras partes do mundo.
As barreiras contra a igualdade e a liberdade entre nós não são as mesmas que existiam no tempo de MLK nos States, mas não deixam de ser igualmente poderosos obstáculos a afirmação da plena da cidadania em Angola, a afirmação dos angolanos como pessoas livres, prósperas e independentes, com a possibilidade de pensarem pela sua própria cabeça e agirem em conformidade, sem outros bem conhecidos receios, que permanecem e nos ameçam como espadas invisíveis.
De uma forma geral os angolanos continuam a sonhar com um país bem diferente daquele que temos hoje, no meio de insuportáveis pesadelos que tardam em abandonar-nos, que tardam em deixar-nos em paz.
Pelos vistos, a guerra apenas mudou de armas...
